
terça-feira, 26 de maio de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Alfaces da horta
terça-feira, 5 de maio de 2009
Sopa de tomate
Ando a prometer há algum tempo deixar de jantar. Ainda não foi hoje, mas já estou no bom caminho.
Jantei uma sopa de tomate que fiz na Bimby, não tão boa como a que comi em casa do Francisco José Viegas. Foi há mais de vinte anos, era ele um jovem magro, mas já se adivinhava ali alguém com mão para a cozinha.
Lembrei-me da sopa de tomate ao ler na revista do Expresso a sua frase “O meu momento de realização é quando há um silêncio. E depois, alguém diz: Hmmm!!”.
É verdade, foi a melhor sopa de tomate que já comi. Fiz com satisfação: Hmmm!.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Gestos de fim-de-semana

Seguro, um aristocrata na política
António José Seguro é, a partir de agora, um homem a ser observado, por mim, é claro.
Parece ser honesto e teve um gesto de coragem, votou, sozinho, contra a Lei de financiamento dos partidos ou como alguém disse contra o regresso da mala.
Agustina Bessa-Luís escreveu, num dos seus romances, uma frase de que gosto muito - “Pois que é a aristocracia senão o degrau mais alto que uma sociedade deseja atingir, a supremacia de determinada classe sobre as outras, a imposição dos seus valores, sejam eles de força, de trabalho, de espírito, conforme a época que lhes é propícia?”
Se o gesto de Seguro não foi inventado por uma qualquer empresa de comunicação, se foi autêntico e genuíno, foi uma verdadeira pedrada no charco.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Fugas

quinta-feira, 16 de abril de 2009
salários
No Negócios da Semana, o banqueiro Espírito Santo falou acerca das remunerações dos administradores. Nem dei atenção, pois acredito que sejam pessoas dotadas de conhecimentos que lhes permitem desempenhar funções que não estão ao alcance de todos e como tal podem receber o que os patrões lhes quiserem pagar.
A mim não me apanham como àquela senhora que há uns bons anos a televisão apanhou na rua a gritar contra o Presidente Mário Soares, insensível aos problemas dos outros, por ganhar alguns oitenta contos. Não arrisco por isso a insurgir-me contra os não sei quantos milhões que o dr. Silva Lopes recebeu por dois ou três meses de trabalho.
O que me preocupa é o à-vontade com que o dr. Silva Lopes, que eu aprecio-ava, vem clamar sobre a necessidade de contenção salarial.
É assim, se o dr. baixar o ordenado talvez eu não me importe de baixar o meu.
Mas o dr. Silva Lopes não é o único a alertar para os perigos do nosso endividamento e a desgraça que isso representará para as gerações futuras. Concordo, mas ou há moralidade ou ....
Pelo exposto, elejo o dr. Silva Lopes como o nosso Alain Greenspan, que também se enganou, mas já se arrependeu.
O dr. Silva Lopes terá também de se arrepender por ter contribuído para o coro dos que acham que os erros dos administradores competentes e dotados devem ser pagos pelos burros do costume.
terça-feira, 14 de abril de 2009
gestos
